Batismo no TEO

Foto: Alex Lorca

A Umbanda traz um conceito diferenciado a respeito do batismo, já que o livre arbítrio não permitiria um “vínculo religioso obrigatório” conforme apregoam alguns segmentos religiosos. Pode-se considerar que o batismo na Umbanda foi introduzido pela necessidade de se manter a ligação entre criatura e criador, a partir de uma sagrada sintonia vibratória, já que o materialismo exacerbado é a tônica para a maior parte da humanidade. Esta manifestação produzirá os efeitos desejados durante a jornada planetária do batizando, desde que o mesmo esteja disposto a tal, facilitando sua entrada como médium iniciado no futuro, caso o mesmo assim o deseje. Por outro lado, se o caminho que a criança ou o adulto seguir for diferente, o batismo não perderá sua validade, pois independentemente da opção, na parte espiritual as barreiras religiosas inexistem, havendo uma perfeita harmonização em todas as esferas do astral superior. Já na tenra infância o batismo na Umbanda é um compromisso dos pais para com a espiritualidade e, principalmente, para com seus filhos, pois é dever encaminhá-los dentro dos propósitos supremos. A criança batizada é abençoada e sua trajetória terrena é entregue ao Divino Criador Zambi, a Oxalá Supremo, aos seus Orixás de coroa, ao seu guia e demais entidades que compõem seu campo magnético, além de seus padrinhos materiais, espirituais e a toda comunidade Umbandista. A partir daí a criança ou o adulto passam a fazer parte de um universo religioso, no qual irão crescer e que se tornará absolutamente natural para eles, já que viverão “espiritualmente na matéria”. Em verdade, o batismo tem a finalidade de manter acesa a grande chama espiritual, proporcionando as ferramentas através das quais o batizando poderá cumprir sua missão terrena.

Frequência: O TEO realiza o Batismo uma vez por ano, no terceiro sábado do mês de outubro. Maiores informações procure a nossa Secretaria.

Responsável pela Secretaria: Carol Costa

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